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15/01/2026
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A esclerodermia é uma doença autoimune caracterizada principalmente pelo endurecimento e espessamento da pele. No entanto, seus efeitos podem ir além da superfície do corpo, atingindo também vasos sanguíneos e diversos órgãos internos, o que torna o acompanhamento médico essencial.
A pele é a área mais visivelmente afetada. O excesso de produção de colágeno faz com que ela fique mais dura, espessa e menos elástica. Podem surgir:
Áreas brilhantes e esticadas;
Dificuldade de movimentar dedos, mãos e rosto;
Alterações na cor da pele, com manchas claras ou escuras;
Feridas nas pontas dos dedos devido à má circulação.
Com o tempo, a rigidez pode limitar movimentos e interferir em atividades simples do dia a dia.
A esclerodermia também afeta os vasos sanguíneos, tornando-os mais sensíveis a variações de temperatura e estresse. O fenômeno de Raynaud é comum: os dedos ficam brancos ou arroxeados quando expostos ao frio, podendo causar dor, formigamento e feridas. A circulação prejudicada aumenta o risco de úlceras e infecções.
O trato gastrointestinal é um dos mais frequentemente atingidos. O endurecimento dos tecidos pode alterar o funcionamento normal do esôfago, estômago e intestinos, causando:
Azia e refluxo;
Dificuldade para engolir;
Inchaço e gases;
Prisão de ventre ou diarreia.
Essas alterações podem interferir na absorção de nutrientes e na qualidade de vida.
Nos pulmões, a esclerodermia pode provocar fibrose pulmonar ou hipertensão pulmonar. Isso leva a sintomas como falta de ar, cansaço aos pequenos esforços e tosse seca. O acompanhamento regular é fundamental para identificar essas complicações precocemente.
O coração também pode ser afetado, com alterações no ritmo cardíaco ou na força de contração do músculo cardíaco. Em alguns casos, pode haver inflamação do músculo do coração ou do pericárdio, causando dor no peito e cansaço.
Em formas mais graves, os rins podem ser comprometidos, levando ao aumento da pressão arterial e à perda progressiva da função renal. Por isso, medir a pressão e acompanhar exames de rotina é parte importante do cuidado.
Como a esclerodermia pode se manifestar de formas muito diferentes em cada pessoa, o tratamento é sempre individualizado. O acompanhamento multidisciplinar, com reumatologista, dermatologista, pneumologista, cardiologista e outros especialistas, ajuda a controlar os sintomas, prevenir complicações e manter a melhor qualidade de vida possível.
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